PERGUNTAS FREQUENTES

Dúvidas gerais

O Espaço Serenitas aceita convênios?


Alguns, e depende da especialidade. São aceitos para: 1. Reumatologia: GEAP SAÚDE, SAÚDE CAIXA, BACEN, TRIBUNAIS, dentre outros.

2. Psiquiatria: Entre em contato AQUI com nossa Equipe de Relacionamento. Dúvida respondida pelo Dr. Danilo Costa, clique aqui para agendar uma consulta. COMPARTILHE:




Como pedir o reembolso ao plano de saúde?


O cliente deverá respeitar o prazo máximo. Este prazo, em geral, é de até 30 dias após
a realização do procedimento.

Para fazer o pedido deve-se entrar em contato com a operadora do plano, solicitar o
requerimento e apresentar alguns documentos. Esses documentos são a comprovação
da realização do serviço médico, a nota fiscal que discrimina os valores utilizados,
desde honorários a material utilizado, e a justificativa do motivo da abertura do pedido
de reembolso.

Vale lembrar que cada operadora de plano de saúde pode ter sua especificação para
esse tipo de solicitação. Portanto, consulte antes todas as informações.
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Vou ficar dopado se eu tomar remédio da psiquiatria?


Frequentemente vejo paciente dizer que não toma o medicamento por medo de ficar dopado ou “lesado” e parece que esta ideia se estende para qualquer tipo de psicofármaco.

Muitos acreditam que ficarão lentos e com menos agilidade intelectual. Isso não é assim! Existem muitos fármacos que podem fazer o exato oposto disso. Existem fármacos que são estimulantes, deixam a pessoa mais ativa, mais desperta e mais atenta.

Então achar que todo remédio da psiquiatria é “dopante” é um grande erro. É verdade que existem medicamentos que possuem poder de sedação, porém devem ser usados com correta indicação, ou seja, quando há necessidade de "desacelerar".

Um psiquiatra vai escolher o fármaco mais adequado conforme o seu perfil.
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Vou ficar insone ao tomar este remédio?


Depende.

Se usar um medicamento estimulante de noite pode acontecer de o sono não chegar, igual a quem toma muito café depois das 18 horas.

Existem muitos fármacos, no entanto que pouco interferem no sono, são praticamente inertes; e existem fármacos usados para tratar a insônia e, portanto, devem ser usados no horário correto pois dão sonolência.

Um bom psiquiatra vai saber exatamente o que fazer e por esse motivo é importante seguir o que o médico indicar.
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Vou poder dirigir meu carro se estiver tomando este remédio?


Depende. Muitas vezes sim.

Alguns fármacos podem lentificar os reflexos motores e por isso recomenda-se não operar máquinas ou dirigir. Entretanto existem muitas opções de fármacos que não alteram essas capacidades.

Diga ao seu médico suas demandas, necessidades e suas preocupações que ele vai procurar a melhor alternativa para o seu caso.
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Vou ficar viciado se eu usar este medicamento?


Esta é uma dúvida bem frequente.

Muitas vezes existe um medo enorme de dependência de remédio o que faz com que pacientes verdadeiramente doentes evitem o tratamento. Este é um tipo de pensamento que parece se estender para todos os fármacos da psiquiatria o que é um erro bem clássico.

Pessoas acreditam por exemplo que usar antidepressivo gera dependência química igual a cocaína e isso é um preconceito muito prejudicial para quem precisa de tratamento. Que fique muito claro: antidepressivo não gera dependência química!

Existem muitos psicofármacos também não a geram! É verdade que alguns medicamentos, como benzodiazepínicos, podem causar dependência. Entretanto, mesmo estes remédios, se usado da forma correta e pelo tempo correto, podem exercer seu efeito benéfico sem causar dependência química.

Um bom psiquiatra saberá manejar a utilização destes fármacos sem representar risco para o usuário.
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Vou engordar com este remédio?


Esta é outra pergunta bem comum.

Faz parte daquele raciocínio que tenta colocar todos os remédios no mesmo saco como se todo e qualquer psicofármaco engordasse. Na verdade, existem remédios que ajudam a diminuir o apetite e, portanto, a perder peso.

E preciso dizer a verdade, e a verdade é que o que engorda é comida!

Chega de pensamento fantasioso! Tem gente que jura que o remédio faz engordar de uma hora para outra sem comer nada. Não existe isso! O que pode acontecer é que ALGUNS fármacos podem sim aumentar o apetite, mas se isso vier com a correção de hábitos alimentares não haverá ganho de peso, ou você conhece alguém que engordou por comer alface demais?

Resumindo, existem fármacos que ajudam a diminuir o apetite e fármacos que ajudam a abrir o apetite. A questão é escolher a medicação correta conforme seu perfil, afinal tem gente que precisa de mais apetite e gente que precisa refrear o apetite.
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Vou ficar impotente (ou sem libido) se eu usar este remédio?


Mais um pensamento que faz parte do raciocínio que generaliza tudo.

Muita gente acha que qualquer medicação da psiquiatria vai destruir totalmente a vontade sexual (ou a potência) sem considerar os pormenores.

Existem fármacos que podem sim diminuir libido (o que para algumas pessoas pode ser um alívio), mas em contrapartida existem psicofármacos que fazem o oposto. Novamente é uma questão de escolher o fármaco correto conforme a necessidade de cada paciente. Não tenha vergonha de falar sobre sexo com seu psiquiatra.

O médico vai escolher a solução mais adequada se conhecer exatamente o que te incomoda.
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Vou poder tomar cerveja quando estiver tomando este remédio?


Polêmica!

Muitos profissionais são categóricos e vão dizer sempre NÃO. Outros vão dizer não para casos de uso de algumas classes de psicofármacos como por exemplo os benzodiazepínicos (o “tarja preta”).

No geral vale a seguinte regra: quanto mais sedativo o fármaco maior o risco de associação com o álcool. Cabe aqui uma avaliação individual muito bem-feita sobre o padrão de uso de bebida alcoólica e potencial abuso desta.

Em todo caso, se você ama uma cerveja geladinha podemos pensar em substituir (bem ao estilo Bela Cozinha de Bela Gil) por uma cerveja sem álcool por exemplo!
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Vou poder usar outras medicações durante o tratamento psiquiátrico?


Para a maioria das medicações clínicas comuns não existe nenhuma interação medicamentosa relevante então muitas vezes a resposta é SIM.

Todavia é importante contar ao seu psiquiatra todas as medicações das quais você costuma fazer uso pois existem exceções. Geralmente analgésicos, antitérmicos, antialérgicos de uso ocasional não representam problemas importantes.

Anticoagulante, anticoncepcional e alguns antibióticos já podem ter interações com alguns psicofármacos e, portanto, uma avaliação caso a caso deve ser feita. Não esconda nada do seu psiquiatra, diga a ele todos os remédios que usa (até mesmo colírios) pois todas estas informações são muito importantes na seleção dos psicofármacos.
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