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Perguntas Frequentes

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Psiquiatria

Um psiquiatra é um médico especializado na saúde mental. Ele ajuda a entender e tratar problemas emocionais e mentais como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, entre outros. Além de ouvir e conversar sobre suas preocupações, o psiquiatra pode prescrever medicamentos que ajudam a melhorar seu bem-estar. Pense nele como um guia para uma mente mais saudável e uma vida mais equilibrada.

Alguns, e depende da especialidade. São aceitos para:

1. Psiquiatria: Entre em contato AQUI com nossa Equipe de Relacionamento.

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O cliente deverá respeitar o prazo máximo. Este prazo, em geral, é de até 30 dias após a realização do procedimento. Para fazer o pedido deve-se entrar em contato com a operadora do plano, solicitar o requerimento e apresentar alguns documentos. Esses documentos são a comprovação da realização do serviço médico, a nota fiscal que discrimina os valores utilizados, desde honorários a material utilizado, e a justificativa do motivo da abertura do pedido de reembolso. Vale lembrar que cada operadora de plano de saúde pode ter sua especificação para esse tipo de solicitação. Portanto, consulte antes todas as informações.

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Frequentemente vejo paciente dizer que não toma o medicamento por medo de ficar dopado ou “lesado” e parece que esta ideia se estende para qualquer tipo de psicofármaco. Muitos acreditam que ficarão lentos e com menos agilidade intelectual. Isso não é assim! Existem muitos fármacos que podem fazer o exato oposto disso. Existem fármacos que são estimulantes, deixam a pessoa mais ativa, mais desperta e mais atenta. Então achar que todo remédio da psiquiatria é “dopante” é um grande erro. É verdade que existem medicamentos que possuem poder de sedação, porém devem ser usados com correta indicação, ou seja, quando há necessidade de "desacelerar". Um psiquiatra vai escolher o fármaco mais adequado conforme o seu perfil.

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Depende. Se usar um medicamento estimulante de noite pode acontecer de o sono não chegar, igual a quem toma muito café depois das 18 horas. Existem muitos fármacos, no entanto que pouco interferem no sono, são praticamente inertes; e existem fármacos usados para tratar a insônia e, portanto, devem ser usados no horário correto pois dão sonolência. Um bom psiquiatra vai saber exatamente o que fazer e por esse motivo é importante seguir o que o médico indicar.

 

 
Depende. Muitas vezes sim. Alguns fármacos podem lentificar os reflexos motores e por isso recomenda-se não operar máquinas ou dirigir. Entretanto existem muitas opções de fármacos que não alteram essas capacidades. Diga ao seu médico suas demandas, necessidades e suas preocupações que ele vai procurar a melhor alternativa para o seu caso.

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Esta é uma dúvida bem frequente.

Muitas vezes existe um medo enorme de dependência de remédio o que faz com que pacientes verdadeiramente doentes evitem o tratamento. Este é um tipo de pensamento que parece se estender para todos os fármacos da psiquiatria o que é um erro bem clássico.

Pessoas acreditam por exemplo que usar antidepressivo gera dependência química igual a cocaína e isso é um preconceito muito prejudicial para quem precisa de tratamento. Que fique muito claro: antidepressivo não gera dependência química!

Existem muitos psicofármacos também não a geram! É verdade que alguns medicamentos, como benzodiazepínicos, podem causar dependência. Entretanto, mesmo estes remédios, se usado da forma correta e pelo tempo correto, podem exercer seu efeito benéfico sem causar dependência química.

Um bom psiquiatra saberá manejar a utilização destes fármacos sem representar risco para o usuário.

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Esta é outra pergunta bem comum. Faz parte daquele raciocínio que tenta colocar todos os remédios no mesmo saco como se todo e qualquer psicofármaco engordasse. Na verdade, existem remédios que ajudam a diminuir o apetite e, portanto, a perder peso. E preciso dizer a verdade, e a verdade é que o que engorda é comida! Chega de pensamento fantasioso! Tem gente que jura que o remédio faz engordar de uma hora para outra sem comer nada. Não existe isso! O que pode acontecer é que ALGUNS fármacos podem sim aumentar o apetite, mas se isso vier com a correção de hábitos alimentares não haverá ganho de peso, ou você conhece alguém que engordou por comer alface demais? Resumindo, existem fármacos que ajudam a diminuir o apetite e fármacos que ajudam a abrir o apetite. A questão é escolher a medicação correta conforme seu perfil, afinal tem gente que precisa de mais apetite e gente que precisa refrear o apetite.

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Mais um pensamento que faz parte do raciocínio que generaliza tudo. Muita gente acha que qualquer medicação da psiquiatria vai destruir totalmente a vontade sexual (ou a potência) sem considerar os pormenores. Existem fármacos que podem sim diminuir libido (o que para algumas pessoas pode ser um alívio), mas em contrapartida existem psicofármacos que fazem o oposto. Novamente é uma questão de escolher o fármaco correto conforme a necessidade de cada paciente. Não tenha vergonha de falar sobre sexo com seu psiquiatra. O médico vai escolher a solução mais adequada se conhecer exatamente o que te incomoda.

 

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Polêmica!

Muitos profissionais são categóricos e vão dizer sempre NÃO. Outros vão dizer não para casos de uso de algumas classes de psicofármacos como por exemplo os benzodiazepínicos (o “tarja preta”).

No geral vale a seguinte regra: quanto mais sedativo o fármaco maior o risco de associação com o álcool. Cabe aqui uma avaliação individual muito bem-feita sobre o padrão de uso de bebida alcoólica e potencial abuso desta.

Em todo caso, se você ama uma cerveja geladinha podemos pensar em substituir (bem ao estilo Bela Cozinha de Bela Gil) por uma cerveja sem álcool por exemplo!

 

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Para a maioria das medicações clínicas comuns não existe nenhuma interação medicamentosa relevante então muitas vezes a resposta é SIM. Todavia é importante contar ao seu psiquiatra todas as medicações das quais você costuma fazer uso pois existem exceções. Geralmente analgésicos, antitérmicos, antialérgicos de uso ocasional não representam problemas importantes. Anticoagulante, anticoncepcional e alguns antibióticos já podem ter interações com alguns psicofármacos e, portanto, uma avaliação caso a caso deve ser feita. Não esconda nada do seu psiquiatra, diga a ele todos os remédios que usa (até mesmo colírios) pois todas estas informações são muito importantes na seleção dos psicofármacos.

 

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O tratamento psiquiátrico começa com uma conversa detalhada sobre seus sintomas, sentimentos e histórico de saúde. O psiquiatra pode usar essa informação para criar um plano de tratamento personalizado, que pode incluir terapia, medicação ou ambos. O objetivo é ajudar você a se sentir melhor o mais rápido possível e a encontrar maneiras de lidar com os desafios de forma eficaz. Todo o processo é colaborativo, com você participando ativamente das decisões sobre seu tratamento.

 

Se você está sentindo tristeza profunda, ansiedade constante, mudanças de humor intensas ou qualquer outro sofrimento emocional que esteja afetando sua vida diária, pode ser hora de procurar um psiquiatra. Não espere até que os sintomas se tornem insuportáveis. Consultar um especialista pode trazer alívio e ajudar você a entender melhor o que está acontecendo, permitindo um tratamento adequado e um caminho para a recuperação.

Na maioria das vezes, você não precisa de um encaminhamento médico para marcar uma consulta com um psiquiatra. Basta entrar em contato diretamente com nossa equipe para agendar sua consulta. Estamos aqui para ajudar você a encontrar o suporte necessário para melhorar sua saúde mental, de maneira rápida e descomplicada.

Psicologia

A psicoterapia é uma forma de atendimento conduzida por psicólogos, com o propósito de tratar dificuldades emocionais, cognitivas e comportamentais. Essa abordagem é eficaz para lidar com questões como traumas emocionais, timidez, fobias, compulsões e ansiedade, entre outros desafios. Se você está buscando apoio emocional, a psicoterapia pode ser uma excelente escolha!

No primeiro encontro, o terapeuta ouvirá atentamente o motivo da sua busca por terapia e suas expectativas. Ele fará perguntas relacionadas ao seu dia a dia e à sua história de vida, permitindo uma rápida compreensão sobre você. Além disso, explicará como a psicoterapia pode ajudá-lo. Nesse momento, também serão discutidos valores, formas de pagamento, frequência das sessões, férias e políticas relacionadas a faltas. 

Apenas uma sessão de terapia não costuma resolver todos os problemas. A terapia é um processo gradual, no qual o terapeuta trabalha com você ao longo do tempo para abordar questões específicas e promover mudanças positivas. Lembre-se de que cada pessoa é única, e o número de sessões necessárias varia conforme as necessidades individuais.

A terapia é concluída quando, em conjunto com o paciente, o profissional percebe que todos os pontos relevantes foram abordados e que a queixa inicial foi compreendida e resolvida de maneira satisfatória. 

Apenas médicos têm autorização para prescrever medicamentos. É importante lembrar que mesmo para remédios naturais, os psicólogos não podem fazer prescrições para pacientes que os utilizam.

A percepção de que a terapia é apenas para "loucos" já foi mais comum, mas felizmente isso está mudando. Você não precisa compartilhar com os outros se não se sentir confortável, e também pode ignorar comentários inadequados de algumas pessoas. O importante é cuidar do seu bem-estar!

 

A terapia com um psicólogo é recomendada para qualquer pessoa que esteja enfrentando conflitos internos, questões de relacionamento ou que apresente sintomas que afetam o dia a dia, como depressão e ansiedade. É comum que algumas pessoas hesitem em buscar terapia, pensando que ela se destina apenas a tratar doenças mentais. No entanto, a realidade é que a psicoterapia aborda questões emocionais e comportamentais, aplicando princípios científicos para promover o bem-estar.

O tempo para sessões particulares geralmente varia de 50 minutos a 1 hora. No entanto, quando o atendimento é realizado por meio de plano de saúde, esse período pode variar de acordo com cada convênio específico.

A comunicação é essencial na terapia. Quanto mais você expressar o que o incomoda e suas dúvidas, mais eficaz será o processo terapêutico. Estamos aqui para ouvir e apoiar você.

podemos dizer que é recomendado fazer consultas semanais, mas também é possível realizá-las a cada quinze dias ou até duas vezes por semana, dependendo do caso.

você pode entrar em contato pelo site, telefone, WhatsApp ou redes sociais. Assim, combinamos o dia, horário para o atendimento.

Sim! no processo de psicoterapia, a confidencialidade é essencial. O psicólogo garante total sigilo das informações compartilhadas, exceto em situações de risco imediato ao cliente ou outras pessoas.

Endocrinologia

Muitas pessoas acreditam que o médico especialista em Endocrinologia, o endocrinologista, cuida basicamente de problemas relacionados à obesidade e ao emagrecimento. Isso não é um equívoco. Esta é apenas uma das áreas de atuação da Endocrinologia. Basicamente, esse especialista cuida de todo o sistema glandular do indivíduo e do seu metabolismo.

Sempre que alguém deseja perder ou ganhar peso, ou enfrenta dificuldades com isso, é importante consultar um endocrinologista.

Alterações anormais de peso, distúrbios do sono, cansaço excessivo, mudanças de humor, dores de cabeça, problemas de pele, nódulos, excesso ou queda de pelos, e distúrbios menstruais nas mulheres são sinais para procurar ajuda.

Mesmo sem sintomas, check-ups anuais são essenciais para monitorar taxas hormonais, colesterol e glicose. Caso haja alguma alteração, um endocrinologista pode oferecer o acompanhamento necessário.

Desreguladores endócrinos são substâncias químicas que podem interferir no sistema hormonal do corpo, afetando seu funcionamento normal.

  • Lista de medicamentos que você toma.
  • Exames laboratoriais recentes, como glicemia, colesterol e TSH.
  • Cartão do plano de saúde.
  • Documento de identidade.
  • Anote seus sintomas e quando eles começaram.
  • Faça uma lista de perguntas que você gostaria de fazer ao médico.
  • Use roupas confortáveis ​​que facilitem o exame físico.
  • Vá em jejum de 8 horas se o médico solicitar algum exame de sangue.

O diagnóstico das doenças endocrinológicas geralmente envolve uma combinação de:

Histórico médico: O médico perguntará sobre seus sintomas, histórico familiar e estilo de vida.


Exame físico: O médico verificará sua pressão arterial, peso, altura e outros sinais vitais.


Exames laboratoriais: Exames de sangue podem ser realizados para medir os níveis de hormônios e outros marcadores no sangue.


Exames de imagem: Exames como ultrassom, tomografia computadorizada ou ressonância magnética podem ser usados ​​para visualizar as glândulas endócrinas.


Testes genéticos: Em alguns casos, testes genéticos podem ser realizados para identificar mutações genéticas que podem causar doenças endócrinas.

O tratamento para as doenças endocrinológicas varia de acordo com a doença específica e sua gravidade. Os tratamentos comuns incluem:

  • Terapia hormonal: Reposição ou supressão de hormônios.
  • Medicamentos: Medicamentos podem ser usados ​​para controlar os sintomas das doenças endócrinas.
  • Cirurgia: Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para remover uma glândula endócrina doente.
  • Mudanças no estilo de vida: Mudanças no estilo de vida, como dieta e exercícios, podem ajudar a controlar os sintomas de algumas doenças endócrinas.

Se você acha que pode ter uma doença endócrina, é importante consultar um médico para obter um diagnóstico e tratamento adequados. O tratamento precoce pode ajudar a prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida.

Todo Problema Pode Ser Enfrentado!

Se está passando por dificuldades mentais, saiba que você não está sozinho. Estamos aqui para ajudar! Entre em contato conosco e agende uma consulta com um profissional. Juntos, podemos encontrar soluções para o que você está enfrentando

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